Direto das áreas mais atingidas pelos terremotos que devastaram a Venezuela, o jornalista Roberto Cabrini, apresentador do Domingo Espetacular, da Record TV, morador de alphaville, enviou à Folha de Alphaville um vídeo exclusivo mostrando o cenário de destruição deixado pela tragédia.
Enquanto equipes de resgate seguem atuando entre os escombros, o número oficial de mortos subiu para 3.535, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (6) pelas autoridades venezuelanas. O desastre também deixou 16.740 feridos e 17.854 desabrigados.
Vídeo exclusivo
No vídeo enviado à Folha de Alphaville, Roberto Cabrini percorre algumas das áreas mais devastadas pelo desastre e mostra de perto os efeitos da tragédia sobre a população. A reportagem registra edifícios destruídos, ruas cobertas por escombros, o trabalho das equipes de resgate e os relatos emocionantes de sobreviventes que tentam reconstruir a vida em meio ao luto e à incerteza. O material oferece um retrato impactante da dimensão humana da catástrofe que mobiliza a comunidade internacional e mantém a Venezuela em estado de emergência. Confira abaixo!
Direto das áreas mais atingidas pelos terremotos que devastaram a Venezuela, o jornalista Roberto Cabrini, apresentador do Domingo Espetacular, da Record TV, morador de alphaville, enviou à Folha de Alphaville um vídeo exclusivo mostrando o cenário de destruição deixado pela tragédia.
Enquanto equipes de resgate seguem atuando entre os escombros, o número oficial de mortos subiu para 3.535, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (6) pelas autoridades venezuelanas. O desastre também deixou 16.740 feridos e 17.854 desabrigados.
Vídeo exclusivo
No vídeo enviado à Folha de Alphaville, Roberto Cabrini percorre algumas das áreas mais devastadas pelo desastre e mostra de perto os efeitos da tragédia sobre a população. A reportagem registra edifícios destruídos, ruas cobertas por escombros, o trabalho das equipes de resgate e os relatos emocionantes de sobreviventes que tentam reconstruir a vida em meio ao luto e à incerteza. O material oferece um retrato impactante da dimensão humana da catástrofe que mobiliza a comunidade internacional e mantém a Venezuela em estado de emergência. Confira abaixo!
Dois terremotos
Os dois terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorreram com apenas 39 segundos de diferença na noite de 24 de junho. Os tremores tiveram epicentro no norte do país e provocaram destruição em diversas cidades, especialmente no Estado de La Guaira e na região de Caracas, onde centenas de edifícios desabaram ou sofreram danos estruturais.
Embora o balanço oficial já ultrapasse 3,5 mil mortos, especialistas alertam que o total pode crescer significativamente. Logo após os terremotos, o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) estimou, por meio de um modelo estatístico, que o número final de vítimas fatais poderia superar 10 mil pessoas, dependendo da evolução das operações de busca e da confirmação dos desaparecidos.
Quase duas semanas após a tragédia, as equipes de resgate continuam trabalhando em busca de desaparecidos, embora as chances de encontrar sobreviventes diminuam a cada dia. Muitas famílias ainda aguardam notícias de parentes, enquanto autoridades seguem retirando corpos dos escombros e identificando as vítimas. Especialistas acreditam que o número de mortos ainda pode aumentar nos próximos dias.
A resposta do governo venezuelano continua sendo alvo de críticas de moradores e organizações humanitárias, que apontam demora na distribuição de ajuda e dificuldades nas operações de resgate. Em discurso durante as comemorações da Independência da Venezuela, neste domingo, a presidente interina Delcy Rodríguez defendeu a atuação das autoridades e afirmou que o país permanece unido diante da tragédia.
Além das operações de busca, a Venezuela enfrenta uma crise humanitária provocada pela destruição de moradias, hospitais e serviços essenciais. Diversos países enviaram equipes de resgate, medicamentos e outros insumos para auxiliar a população afetada, enquanto milhares de pessoas seguem abrigadas em estruturas temporárias à espera do início da reconstrução das áreas devastadas.
Brasileiros entre as vítimas
O Itamaraty confirmou em 25 de junho a morte de dois brasileiros em decorrência dos terremotos que atingiram a Venezuela na noite anterior. As vítimas foram identificadas como Vanessa Zacarias da Silva, de 44 anos, e Romildo Batista de Lima, de 69 anos. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, embaixadas e consulados brasileiros prestaram assistência consular às famílias para os procedimentos de identificação e traslado.
Além do atendimento às famílias das vítimas, o governo brasileiro organizou uma operação humanitária para auxiliar a população venezuelana e retirar cidadãos brasileiros das áreas afetadas. A primeira missão partiu em 26 de junho, levando bombeiros militares especializados em busca e salvamento, integrantes da Defesa Civil, profissionais de saúde, equipamentos de resgate e toneladas de ajuda humanitária.
Um segundo voo, enviado em 27 de junho, reforçou a operação com medicamentos, purificadores de água, alimentos e outros suprimentos. Como parte dessa ação, uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) repatriou 13 brasileiros, que desembarcaram na Base Aérea de Brasília no dia 28 de junho. O grupo havia solicitado apoio ao governo federal para deixar as regiões atingidas pelos terremotos.
Dois terremotos
Os dois terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorreram com apenas 39 segundos de diferença na noite de 24 de junho. Os tremores tiveram epicentro no norte do país e provocaram destruição em diversas cidades, especialmente no Estado de La Guaira e na região de Caracas, onde centenas de edifícios desabaram ou sofreram danos estruturais.
Embora o balanço oficial já ultrapasse 3,5 mil mortos, especialistas alertam que o total pode crescer significativamente. Logo após os terremotos, o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) estimou, por meio de um modelo estatístico, que o número final de vítimas fatais poderia superar 10 mil pessoas, dependendo da evolução das operações de busca e da confirmação dos desaparecidos.
Quase duas semanas após a tragédia, as equipes de resgate continuam trabalhando em busca de desaparecidos, embora as chances de encontrar sobreviventes diminuam a cada dia. Muitas famílias ainda aguardam notícias de parentes, enquanto autoridades seguem retirando corpos dos escombros e identificando as vítimas. Especialistas acreditam que o número de mortos ainda pode aumentar nos próximos dias.
A resposta do governo venezuelano continua sendo alvo de críticas de moradores e organizações humanitárias, que apontam demora na distribuição de ajuda e dificuldades nas operações de resgate. Em discurso durante as comemorações da Independência da Venezuela, neste domingo, a presidente interina Delcy Rodríguez defendeu a atuação das autoridades e afirmou que o país permanece unido diante da tragédia.
Além das operações de busca, a Venezuela enfrenta uma crise humanitária provocada pela destruição de moradias, hospitais e serviços essenciais. Diversos países enviaram equipes de resgate, medicamentos e outros insumos para auxiliar a população afetada, enquanto milhares de pessoas seguem abrigadas em estruturas temporárias à espera do início da reconstrução das áreas devastadas.
Brasileiros entre as vítimas
O Itamaraty confirmou em 25 de junho a morte de dois brasileiros em decorrência dos terremotos que atingiram a Venezuela na noite anterior. As vítimas foram identificadas como Vanessa Zacarias da Silva, de 44 anos, e Romildo Batista de Lima, de 69 anos. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, embaixadas e consulados brasileiros prestaram assistência consular às famílias para os procedimentos de identificação e traslado.
Além do atendimento às famílias das vítimas, o governo brasileiro organizou uma operação humanitária para auxiliar a população venezuelana e retirar cidadãos brasileiros das áreas afetadas. A primeira missão partiu em 26 de junho, levando bombeiros militares especializados em busca e salvamento, integrantes da Defesa Civil, profissionais de saúde, equipamentos de resgate e toneladas de ajuda humanitária.
Um segundo voo, enviado em 27 de junho, reforçou a operação com medicamentos, purificadores de água, alimentos e outros suprimentos. Como parte dessa ação, uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) repatriou 13 brasileiros, que desembarcaram na Base Aérea de Brasília no dia 28 de junho. O grupo havia solicitado apoio ao governo federal para deixar as regiões atingidas pelos terremotos.
Fonte: Folha de Alphaville
Foto: Divulgação